Biografia

Eu nasci em 22 de maio de 1989 em Juiz de Fora em Minas Gerais, mas nunca tinha vivido por lá até os meus 17 anos. Antes disso morei sempre na cidade de Santos Dumont , a cidade do pai da aviação localizada no interior de Minas. Tive uma infância normal como qualquer criança de apartamento. Já na minha adolescência a única coisa que fazia além de estudar era ouvir e tocar músicas no meu quarto. Peguei numa guitarra pela primeira vez ao 13 anos, mas desde os 12 já dedilhava notas num velho violão Giannini do meu pai. Quando tinha 15 meu ex mestre "Rogeirinho" me apresentou por um vídeo o cantor e guitarrista americano Stevie Ray Vaughan. Fiquei estarrecido e num ápice de alegria percebi que Deus tinha me mostrado por meio daquele homem qual era a direção que eu devia tomar no começo da minha carreira. O  meu vício e passatempo agora era sentir o Blues e tocá-lo no meu quarto. Quando tinha 17 anos passei no vestibular para filosofia na UFJF e passei a morar em Juiz de Fora. No convívio da faculdade fui cercado de variadas e novas influências musicais, e com a ajuda de um amigo muito especial chamado Guilherme Gravina (companheiro de composições), em menos de 1 ano consegui montar a minha primeira banda , a Carcará Blues. A sua formação tinha Yuri Bernardes(bateria), Tony Almeida(baixo) e eu, o Crís, na voz e guitarra. Foi nela onde cresci e amadureci mais como músico, pois ali num quarto de ensaio, ou em um palco, tudo aquilo que eu idelizava no meu passado era real, e o meu sonho de criança começava a ter esboço quando aqueles caras tocavam juntos comigo. A música brasileira logo começou também a estar bem mais presente no meu sangue, e ritmos como a MPB, o Baião, o Samba e o Funk, foram naturalmente se incorporando ao meu jeito de fazer o Blues, e as composições começaram então a nascer de uma maneira mais fluente e concreta, ficando mais próximas do que eu realmente queria. Com o passar do tempo a concepção de banda foi se perdendo e pelo rumo natural das coisas tive que optar pela carreira solo, no momento crucial em que o primeiro fruto desta jornada finalmente seria materializado. Em homenagem a banda que começou junto comigo, continuo então com meu nome artístico marcado pelo Blues dos Carcarás, que merece com certeza ser levado para a posteridade.

 

 

Translated

I was born on May 22, 1989 in Juiz de Fora in Minas Gerais, but had never lived there until I was 17 years. Before that ever lived in the city of Santos Dumont, the father of aviation city located in Minas Gerais. I had a normal childhood like any child in the apartment. Already in my teens was the only thing besides studying was to listen and play music in my room. I picked up a guitar for the first time in 13 years, but since the 12 already plucked notes on an old guitar my father Giannini. When I was 15 my ex teacher "Rogeirinho" I had a video for the singer and American guitarist Stevie Ray Vaughan. I was shocked and realized in a flash of joy that God had shown me through this man what was the direction I should take in the beginning of my career. My vice and hobby was now feeling the blues and play it in my room. When he was 17 years spent in the entrance exam for philosophy UFJF and started living in Juiz de Fora. In college I was living surrounded by new and varied musical influences, and with the help of a very special friend named William Gravina (fellow composer) in less than one year could ride my first band, the Carcará Blues. Its formation was Yuri Bernardes (drums), Tony Adams (bass) and I, Crís, voice and guitar. It was there where I grew and matured more as a musician, because there in a rehearsal room, or on stage, all that I idelizava in my past was real, and my childhood dream was beginning to take outline when those guys played together with me. Brazilian music soon began also to be most present in my blood, and rhythms as the MPB, Baião, Samba and Funk were naturally incorporated into my way of doing the blues, and compositions then began to be born a more fluent and concrete, getting closer than I really wanted. Over time the concept of the band was getting lost and the natural course of things had to opt for a solo career, at the crucial moment when the first fruit of this journey would finally be realized. In honor of the band that started with me, then I continue with my artistic name of the Blues of Carcarás who surely deserves to be taken for posterity.

 

 

          

In nómine Patris, filius et de Spiritus Sancti.

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